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20 de nov de 2008

Mais uma Fábula Moderna – parte 4 – Final.

Ao acordar, Cindy está no sofá com Palhares ao seu lado. Sua madrasta havia sido sedada e levada ao hospital. Ela pergunta ao inspetor o que vai acontecer agora.

- Olha gata, o negócio não está bom pro seu lado não. É melhor você começar a se explicar. Qual sua ligação com esse crime?

Assustada, sem saber o que fazer, Cindy conta toda a história para aquele homem lindo, forte,  de olhos azuis que não larga sua mão. Palhares ouve tudo sem acreditar.

- Mas por causa de um show do Oswaldo Montenegro? Você é louca. Já ouvi falar de uma menina do Espírito Santo que até mataria para ir no show da Madonna, mas do Oswaldo Montenegro?

- Não foi por causa do show. Foi por causa de anos e anos de humilhação, de zoação, de me sacanearem por eu não conseguir um namorado. Eu não aguentava mais isso.

- Bem, olha só… Isso fica só entre nós… O Madrinha pode desaparecer… a gente pode fazer isso tudo acabar rápido… sacumé?

- Hã?

- É, veja bem… tu tem grana, é bonitinha, meio gostosinha, eu tô meio que precisando de uns favores, entende?

E logo tudo se resolveu. Zé Madrinha infelizmente morreu durante uma “tentativa de fuga” antes de dar seu depoimento sobre o acontecido. A madrasta foi considerada desequilibrada mental e mandada para um hospício pelo resto da vida.

Cinderela agora era podre de rica, única herdeira de toda a fortuna de seu falecido pai. Todos na polícia sabiam que ela era amante do agora Delegado Palhares. Era com o dinheiro dela que ele iria pagar sua campanha eleitoral para se eleger deputado estadual, e logo depois iria deixá-la para sempre.

Cindy cairia em depressão, se entregaria primeiro ao alcool e depois a drogas mais pesadas até ver todo seu dinheiro acabar. Pobre, largada e consumida pela culpa, tentaria a prostituição antes de terminar se matando num quarto de motel de quinta categoria, eletrocutando-se ao entrar com  um secador de cabelo na hidromassagem.

Ao seu lado, um cd tocava “…eu amava como amava um pescador…”.

E todo o resto do mundo viveu feliz para sempre.

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Moral da história:

Oswaldo Montenegro é uma merda.

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